Dês de que as viagens no tempo foram descobertas, ouve-se uma corrida para comercializar a descoberta. A tecnologia foi patenteada pela comissão de países e terminantemente proibido fazer tal viagem.
Viajar em um novo espaço e tempo e ser de outro momento e viver nem que fosse por um minuto, seria terminantemente prejudicial ao futuro, um efeito cascata poderia ser ocasionado e consequentemente um caos sem proporção poderia ocorrer.
Mas a viagem em si, era algo um tanto quanto interessante, a regra seria. - Não interaja com nada do passado. Todavia, era algo que instigava o comercio e um novo nicho de mercado e isto sim tornava as viagens do tempo objeto de desejo de todos.
Projeção; foi o novo desejo coletivo. Poder-se-ia viajar no tempo e projetar-se naquele passado e vivenciar as maravilhas de tempo já passado.
O projetor surgia no tempo pré-determinado e o viajante do tempo poderia interagir com o passado em uma realidade fantasma. Tal perspectiva tornou as tecnologias obsoletas, e os mundos virtuais ultrapassados.
Nesta nova realidade, uma histeria coletiva se instaurou. As pessoas adentravam na capsula do tempo para viver outras épocas e outras histórias. As pessoas trabalhavam e trocavam o sono reparador, por momentos neste novo vício. Os fantasmas do futuro não interagiam entre si, adentravam no seu "Sitcom" e viviam de modo entusiasmado.
As relações aos poucos tornaram ainda mais superficiais.
A falta de interagir misturado com horas e horas dentro daquelas capsulas, deixavam um aspecto esbranquiçado e olheiras horrorosas, fora o físico das pessoas que sem praticar exercícios regularmente todos eram magros e subnutridos.
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